A história desta vez é a seguinte. De um lado estava o Alonso Zagaia, tatuador reverenciado dessas bandas, e toda sua nova arte: a de transpor para o papel, usando giz, tudo aquilo que os olhos dele escutam de jazz por aí. Do outro lado eu, com minha recém-chegada GoPro HD Hero2, meu tempo livre, e uma vontade de filmar. Nada melhor que um personagem e uma boa história. Fiz tudo com a câmera, o que deu uma linguagem única ao vídeo. Eu dei o filme. E ele vai me pagar com uma tatuagem de caveira na virilha. Um filme que é um exercício e uma brincadeira despretensiosa e muito aquém da arte que o cara passa pro papel. Uma espécie de making off/clip/documental do processo de elaboração de um quadro até a mostra que ele apresenta a partir de hoje, 20h, na Casa da Cultura de Uberlândia. Agora é com vocês.









